9/22/09

Mainada.

A Minha Leitura sobre MANUELA M.GUEDES
por José Niza


"Fui director de programas da RTP e depois seu administrador. E garanto- vo que, se alguma vez algum apresentador ou jornalista desse uma entrevista a chamar-me "estúpido", a primeira coisa que aconteceria seria o cancelamento imediato do seu programa, independentemente de haver ou não eleições em curso.
Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes (MMG) apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa.
Em meu entender essa entrevista, realizada com antecedência para ser publicada no dia do regresso de MMG com o seu jornal nacional, foi a gota de água que precipitou a decisão da TVI. É que, o seu conteúdo, de tão explosivo e provocatório que era, começou a ser divulgado dias antes. E se chegou ao meu conhecimento, mais cedo terá chegado à administração da TVI.
Nessa entrevista MMG chama "estúpidos" aos seus superiores. Aliás, as palavras "estúpidos" e "estupidez" aparecem várias vezes sempre que MMG se refere à administração.
É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior ("Eu sou a Manuela Moura Guedes"!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por "ideias delirantes", de grandeza ou de perseguição).
MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são "ignorantes"; considera-se "um alvo a abater"; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem "fretes ao governo" e de serem "cobardes"; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que "nunca fizeram a ponta de um corno na vida"; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma "porcaria"; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc. E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser "imparcial", "equidistante", "ponderado", ela responde: "Então metam lá uma boneca insuflável"! Como é que a uma pessoa que assim "pensa" e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável?
Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer - e como sublinhou Mário Soares - esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático.
Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada.
Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido.
J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR.Até aqui, nada de especialmente especial.
O que já não está bem - e é criminoso - é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições. Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI. Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: "O que parece, é"!
E eles aprenderam.
- 1984. Eu era, então, administrador da RTP. Um dia a minha secretária disse-me que uma das apresentadoras tinha urgência em falar comigo: - "Venho pedir-lhe se me deixa ir para a informação, quero ser jornalista"! Perguntei-lhe se tinha algum curso de jornalismo. Não tinha. Perguntei- lhe se, ao menos, tinha alguma experiência jornalística, num jornal, numa rádio... Não tinha. "O que eu quero é ser jornalista"! Percebi que estava perante uma pessoa tão determinada quanto ignorante. E disse-lhe: "Vá falar com o director de informação; se ele a aceitar, eu passo-lhe a guia de marcha e deixo-a ir". A magricelas conseguiu. Dias depois, na primeira entrevista que fez - no caso, ao presidente do Sporting, João Rocha - a peixeirada foi tão grande que ficou de castigo e sem microfone uma data de tempo.
P.S. A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes.
E se eu soubesse o que sei hoje..."

7/2/09

Perdoem-me. Mas gosto da versão dos Gift, e da insistência com que impinjem o AMÁLIA HOJE ao ponto de ter deixado de andar de metro

É que já houve quem tivesse feito isto:
http://www.youtube.com/watch?v=v57UE58sbYQ

E depois da simplicidade... tsst-tsst... fica bem mais difícil minha gente.

Acrescento. Fico muito maldisposta quando mexem nas coisas d'A Diva com uma atitude
pseudo retro-avant-gard. Porque é A Diva. E o Alain Oulman e Alexandre O'Neill. Haja respeito pá. Depois, e não menos importante, há pessoas que estão à altura de grandes desafios vocais e outras que nem por isso, e que insistem. Mas que chatos. Vamos... qual foi a lição que todos tirámos da versão que o J. P. Pais e a Mafaldinha fizeram do Paciência de Lenine? Isso mesmo: "(Palmada na mão)... Se não sabe, então não mexe". Ora voltando às andorinhas dos Gift, temos um feio embrulhado de pretenso bonito. Sejamos parcimoniosos e justos: tirando o público, os cartazes e o cenário (fica só a cantora e o menino da cartola ok?)... substituindo o fundo por um bar apertadíssimo cheio de homens suados, podia bem ser um show de sexta-feira no Finalmente. E lá sim, até faria algum sentido, atenção. Portanto,
agora ando mais de autocarro. É isso.

5/15/09

Vou de férias malta...

Pois é, chegaram as merecidas. Vou andar por aí a passear pelo país e a tentar apanhar sol.

Alguém dê 'de comer' ao Sexta-feira por favor. E um banhinho de lama, que ele gosta.


Até (muito) breve.

4/23/09

Um fadinho na Av. General Roçadas

Em todas as famílias existem objectos, situações... enfim, legados particulares, deixados pelas gerações antigas para aquelas vindouras. Coisas que unem o tecido infinito do tempo, e a todos que por ele passaram, em torno de um momento.

Na minha família, eles são a mousse de chocolate da minha tia, os sonhos conventuais da minha avó, um casaco dos anos 70 do meu avô (que me está enorme mas do qual não me separo), e o "fado do meu pai".

Na verdade não é do meu pai, mas como era ele quem o cantava sempre, depois de abatidos alguns whiskys à mesa, eu sempre achei que era dele. Assim, há-de ser sempre dele. Eu, pequenina, ficava embargada quando o via erguer-se tão seguro, ainda com migalhitas de broa penduradas no guardanapo-gravata. Ninguém o cantaria com tanto sentimento e coragem, apesar do silêncio suspenso e incómodo à mesa...


A história por trás do 'Fadinho da Sogra'


O meu pai era um jovem gaiato, com algum talento para sacar dinheiro no poker e ao bilhar aos senhores mais velhos habitués que aceitavam ensinar-lhe umas coisas. Mas o meu pai também se dava com gente honesta, não eram só malandros.

Entre eles, reza a história, havia um jovem acólito que ajudava à missa no Centro Paroquial da General Roçadas (que é como quem vai para Sapadores, ok?) e que se chamava Tavares. O Tavares num dia de inspiração (divina, diria!) escreveu uma Ode. Nesse dia marcou a vida dele, mas a da nossa família também.


Agora é que é.

O Fadinho da Sogra

Minha sogra cá prá gente
é doida por aguardente
e até bebe ao despique

Se lhe chegam um fósforo à boca (bis)
[Se lhe chegam um fósforo à boca]
arrebenta c'o alambique

Foi numa adega em Colares
[Foi numa adega em Colares]
que aquela Santa já grossa
disse pra mim "ó Tavares (bis)
[disse pra mim "ó Tavares]
se esta pipa fosse nossa

Minha sogra já morreu
[Minha sogra já morreu]
c'o um balão de estricnina
Na autópsia os pecados (bis)
tiveram de ser lavados
com 3 litros de Benzina

Três dias depois da morte
[Três dias depois da morte]
O coveiro fez alarido
Encontrou a urna torta (bis)
O jazigo sem a porta

E o estapor tinha fugido!

1/14/09

Transições (ou uma forma de dizer Bom Ano)

É verdade. Este blog não se enfeitou para o natal, não desejou festas felizes, e deixou passar sem qualquer sinalização 'a' temporada por excelência para festejar a fé na mudança.

Nunca esse tema andou [tão] à boleia da minha perna. À boleia como os putos pobres e giros que apanham graciosamente -como uma dança- a borla na cauda do eléctrico. A mudança aparece-me por toda a parte, e ora me puxa a perna vidrada pelas meias de nylon ora faz ski'alcatrão com os atacadores dos meus ténis. Para que tenham uma ideia, é um carpinteiro lilliputiano, igualinho ao Super Mario, e gaba-se pelo facto de o bigode estar novamente na moda. Há elementos na mudança que são cíclicos, e tornam, ainda que adaptados.

Ele puxa-me a perna sempre, e muito em particular quando esbarra com o seu oposto, o das coisas que não mudam. Recentemente, num qualquer corredor de trabalho falava-se de manobras sexuais, com crueza e mau gosto. Gente ordinária sê-lo-á sempre, com ou sem fato. En passant ainda ouvi, a propósito da postura sessenta e nove, uma moça loura sem maldade: "ai-isso para mim não dá. Ou me concentro numa coisa, ou me concentro noutra", provocando no colectivo uma sonora malignidade. Algumas louras do meu trabalho estão condenadas, não só a uma exploração pobre da intimidade, mas essencialmente a uma noção de felicidade nos mesmos moldes. O sexo tem muito mais que ver com o prazer com que possuímos a vida, do que com qualquer outra coisa. Daí não compreender nada do que são esses momentos de corredor. " A Joana não gosta de falar de quecas, é tímida" diz o elemento liderante com um tom justificativo enquanto vou embora e encolho os ombros para o meu comparsa lilliputiano .

Depois existem as mudanças felizes. A Rita, essa grande querida, que conheceu o "Ó gente da minha terra" pela primeira vez numa versão kizomba (como será isto possível pós-Mariza, certo?) vai ser operada aos ouvidos finalmente. Descobriu-se que tem os tímpanos furados. É absolutamente verdade isto, tem já cama marcada para a próxima 5ª feira. Antecipa-se uma boa década de música pela frente para esta minha jovem amiga.

Vou passando pelas coisas que não mudam e o meu carpinteiro à boleia manifesta-se. Diz-me que não lamente as adversidades do país, que não lamente esforços inconsequentes ou impulsos errados, que não me deixe avassalar por questões de ética e moralidade, que não me deixe sugar por padrões rígidos de comportamento, que não me deixe embalar por esperanças instantâneas de mudança... e que me adapte activamente, ao que vai chegando de novo. Que lhe sinta o gosto. Depois o Super Mario acaba por descer até à ponta redonda do meu sapato, e daí dá um pulo entusiasta até ao chão. Senta-se à chinês, pega nas ferramentas e, e avança qualquer coisa como "vamos lá então a isto".

Por isso O da Joana não vos deseja um ano novo "este sim, cheio de coisas boas". Deseja-vos antes uma boa continuação, daquilo que têm vindo a construir. Esse sim me parece o melhor voto.

Aquele abraço.

12/5/08

Oinc!

Desde que o meu bom amigo, um gato europeu de 9 kgs -e um coração felídeo ainda maior- morreu, ficou um vazio estúpido. Ainda hoje, ao pôr a chave na porta, associo o som da espera que era dele; e fica sempre em falta aquele espacinho no dia, para o hipnotizar com o dedo indicador pelo 'É'me' branco de pêlo que se estendia no intervalo dos olhos verde-caiem-ou-não-caiem, até ao nariz rosado. Nunca sabia qual de nós dois tinha 'apagado' primeiro. Mas suponho que fosse ele, porque acordava sobressaltada com a estranheza de uma bola de pêlo a ressonar para lá da compreensão humana. Por mais saudade que isto dê, a minha vida não me permite acolher um novo petfriend, porque raramente me encontro em casa, e o meu egoísmo não se presta a tamanho atrevimento.

Por isso e atendendo a esta minha necessidade, resolvi adoptar o pequenote aí do vosso lado esquerdo. Acho que numa tentativa de sublimar aquelas experiências sãs das infâncias no campo, que não tive. Chama-se "Sexta-feira" e é um porco preto. Vou tentar não o comer até lá. Prometo.

11/1/08

Últimas da crise financeira: Ainda resiste um sector da sociedade onde a crise não se fez sentir

Tlim-tlão


- Quem é?

- Doçuras ou travessuraaaaaaaaaaaaas??!!

- "Doçuras ou travessuras"? Então... o que foi feito do pão por Deus?!

- Na boa sócia. Isso é quando voltarmos amanhã.

9/11/08

Querido diário

A Marta faz 30 anos. Queixa-se que mora sozinha com sete gatos e uma colónia de formigas. Para além disso não tem homem. Contudo, ao mesmo tempo fala-me de um tal de um estrelótipo qualquer de idade. Não percebo nada. Mas não acho muito correcto ter relações com idosos, e não imagino a minha amiga a dizer "o sim para todo o sempre" a um fulano chamado Estrelótipo.
A verdade é que para a animarmos resolvemos fazer-lhe uma surpresa. Porque ela pediu para lhe fazermos uma surpresa. Recuando no tempo, lembra-me quando organizei a festa dos seus 18 anos. Para a minha amiga o melhor -pensei eu. Talvez num lugar exótico, quente, de homens suados e comida meio picante. E lá fomos nós, ao frango assado da Caparica. Vi logo que ela gostou. Com aquele jeitinho de olhos muito esbugalhados e inexpressivos que ela sempre tem quando lhe faço estes mimos. Se há pessoa que me adora é a Marta.
Efectivamente, estava tudo programado ao pormenor: o restaurante, a saída e até as viagens. Conseguimos apanhar o autocarro para Cacilhas mesmo-mesmo à hora. Foi um pouco difícil enfiar o urso de 1,5 m dentro das portas do bus mas felizmente uns meninos do bairro do picapau deram uns pontapézinhos no urso a modos que ele lá entrou.

Aparentemente, os meus amigos e a Marta estavam um pouco nervosos com aqueles rapazes tão prestáveis. Não percebi porquê, até porque foram tão cuidadosos que se espalharam
pelo autocarro sentando-se ao lado de cada um de nós. Percebi claramente que estavam preocupados com a nossa segurança e resolveram proteger-nos visto não sermos daquelas bandas. A intenção foi boa mas ainda assim não resultou, sabe-se lá como mas ao chegar ao destino uns maganos tinham conseguido limpar-nos as carteiras. Mas a noite era ainda uma criança e apesar do Paulo estar descalço e a Maria ter desaparecido misteriosamente... agora que me lembro acho que ela nunca chegou a aparecer... bom, ainda assim convenci-os a cumprir com ânimo o programado. A minha amiga, a tornar-se agora uma mulher, merecia um entretenimento à altura. Haviam falado num certo show num bar lisboeta.
Para aqueles que não sabem inglês... show significa "mostrar", ok? Ou seja, calculei logo que fosse algo à altura das noites londrinas ou espanholas, que segundo consta sabem dar fiestas como ninguém. E fomos, a Maria lá havia de arranjar boleia para casa. Aparentemente enganámo-nos.

À chegada achei um pouco despropositado a cama redonda, como se alguém pudesse dormir com música tão alta, e pessoalmente não gosto de cetim porque escorrega muito. Enfim, aproveitei o décor o mais que pude saltando bastante em cima do colchão enquanto dedicava os parabéns à minha amiga no microfone do Élvis Presley. Essa parte foi divertida, até o senhor da música parar o som e puxar-me bruscamente por um braço até à mesa onde a Marta e o grupo me fitavam perplexos. Percebi que também estavam indignados com o azedume daquele homem. Já nessa altura o mundo andava cheio de gente mal disposta.
O show começou e apareceram uns senhores vestidos de senhoras e umas indumentárias que era coisa que nunca tinha visto. Somavam-se cachecóis, penas e chicotes em pleno voo. Muita maquilhagem, corpetes e acessórios. Faziam uma dança desajeitada em cima da cama, e sabe Deus como os homens por norma são desengonçados a dançar, com saltos então e num colchão... Bom, não tinha a beleza de um trocadero... a música era bera... tinha pouca história e os diálogos era só gritinhos, espamos de dor, e sons de chicote a rasgar o ar. Achei fraco. Mas já se sabe, são aquelas modas anglo-saxónicas. Acho que eles também não apreciaram muito. Saíram em silêncio e pareciam muito cansados e absortos. A Marta bocejava muito e repetidamente, pelo que percebi logo que tinha sido uma noite em cheio para ela. Eram 18 anos memoráveis.
Este ano resolvemos fazer uma coisa diferente. Não vou contar-vos já porque aquela marota lê o blog (tás aí doidinha para saber hein?) mas uma coisa vos prometo... será de bradar aos céus. E desta vez não vou em cantigas. Eles ainda não sabem, porque é
surpresa, mas vamos no meu carro e vou eu a conduzir. Nada de riscos desta vez. Tsst-tsst.



... mais do querido Diário aqui

6/29/08

Há sempre uma bodega de uma letrinha que me escapa




Agora, é impressão minha ou aquele bonequinho azul são eles a su-ge-rir que se não acertarmos à primeira é porque somos.... ? Acho mal brincar assim com os deficientes.





As frases do dia- Estratégias de motivação de equipas: um post sobre a analidade da vida empresarial

"Por mais humilde que seja, um bom trabalho inspira a sensação de vitória."
Como por exemplo na prisão de ventre. Quando não se consegue, um cócózinho razoável já dá muita alegriazinha às misérias de muita gente.

"A maior recompensa do trabalho não é só o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma."
Excepto quando nos transforma em cócós.

"Como seres humanos inteligentes, só nós somos culpados pelo nosso sucesso."
Isso significando que somos inocentes no nosso insucesso?... Psicologia invertida de merda. "Permito-vos que enfiem a culpa onde melhor vos aprouver, e não haja luz diurna.De preferência"

"Cumprir! Antecipar necessidades e superar expectativas! Estar num lugar chamado futuro quando os outros lá chegam! Isto é ser..."
Isto é sofrer de desorientação espácio-temporal.

"Se não posso realizar grandes coisas, posso pelo menos fazer pequenas coisas com grandeza."
Como o cócó, já tínhamos visto isto. Repetitivozinhos, não?

"Nunca olhes para baixo, para testar o chão antes de dares o próximo passo."
Não olhem vocês, olha-olha. Nas ruas de Lisboa?! Tá bem-tá.


"Vencer a si próprio é a maior de todas as vitórias..."
e o princípio da perturbação de dupla personalidade, seus cabeças de cócó.

"O importante é aquilo que sentimos e não o que dizemos, mas se não o dizermos não podemos chegar aos outros... Partilhem..."
Se não o dissermos. Dissermos. Isso- partilhem, uma gramática.

"Aquele que dá um bom conselho, constrói com uma mão; aquele que dá bom conselho e bom exemplo, constrói com as duas; mas aquele que dá um bom conselho e um mau exemplo, constrói com uma mão e destrói com a outra."
E depois há aquele que mete os pés pelas mãos, e se arma em ancião incontinente. cÓCÓ! Cócó-cócó! Cócó!... Cócó.

Deixar tudo para amanhã é como usar um cartão de crédito: muito divertido... até que chegue o momento de receber a conta."
Epa... como dizer isto delicadamente, tendo em conta a boa intenção para motivar os colegas?... Sei que isto talvez te vá chocar mas... Isto é um Banco.

Por fim: "Se não vences pela sabedoria, vence pelo esforço!"
Leia-se: És burro...Tsst, é chato, mas pronto, deixa lá isso. Não há-de ser nada. Escreve p'raí umas frases do dia para animar esta m**** deste pessoal.