7/2/09

Perdoem-me. Mas gosto da versão dos Gift, e da insistência com que impinjem o AMÁLIA HOJE ao ponto de ter deixado de andar de metro

É que já houve quem tivesse feito isto:
http://www.youtube.com/watch?v=v57UE58sbYQ

E depois da simplicidade... tsst-tsst... fica bem mais difícil minha gente.

Acrescento. Fico muito maldisposta quando mexem nas coisas d'A Diva com uma atitude
pseudo retro-avant-gard. Porque é A Diva. E o Alain Oulman e Alexandre O'Neill. Haja respeito pá. Depois, e não menos importante, há pessoas que estão à altura de grandes desafios vocais e outras que nem por isso, e que insistem. Mas que chatos. Vamos... qual foi a lição que todos tirámos da versão que o J. P. Pais e a Mafaldinha fizeram do Paciência de Lenine? Isso mesmo: "(Palmada na mão)... Se não sabe, então não mexe". Ora voltando às andorinhas dos Gift, temos um feio embrulhado de pretenso bonito. Sejamos parcimoniosos e justos: tirando o público, os cartazes e o cenário (fica só a cantora e o menino da cartola ok?)... substituindo o fundo por um bar apertadíssimo cheio de homens suados, podia bem ser um show de sexta-feira no Finalmente. E lá sim, até faria algum sentido, atenção. Portanto,
agora ando mais de autocarro. É isso.