1/31/05

A pedido do http://oranginalidade.blogspot.com e do http://louca-mente.blogspot.com -que não pediram nada na realidade, eles nem sabem que eu existo- cá estou a publicitar a sua simpática iniciativa de manter a blogoesfera informada de todos acontecimentos pré-eleitorais nestas Legislativas 2005. Esta parceria promete portanto toca a fazer-lhes uma visita.
Quer dizer, não é que eles precisem de publicidade... eu é que preciso... porque na realidade, bom...ninguém lê isto...o que torna este post um bocado estúpido, no mínimo.

(...e ao fundo ouve-se o vento)

Mas pronto, cumpri a minha função. Boa sorte para estes blogs.


Eu sei que não é bonito gozar com a família... mas é complicado ter uma avozinha que arrota como um trolha a seguir à feijoada do almoço.Então desde que está sem dentes... como o ar circula ali livremente a coisa adquire uma acústica ainda mais aterradora.Acho que há menos ruído no Aeroporto de Lisboa do que quando ela vem cá almoçar. Eu já lhe pedi para fechar os lábios, mas...coitadinha. É da colite.
E como é um alminha pura de vez em quando ainda pergunta: "Vocês nunca mais me levaram àquele restaurante. Ai, que saudades daquele esparregado!!!"
Tão querida...


Para quê fazer uma tese final de curso? Expliquem-me. Ainda por cima ter de defendê-la perante um júri. Quer dizer... à partida já estão a desconfiar de nós! Além de que no sistema judicial português nem sequer há júris...então porque é que eu tenho de levar com três??? (caramba, que isto não soou nada bem!) É que só a palavra de-fen-der arrepia.

- Meretíssimo, o caderno de 300 páginas declara-se inocente das acusações de plágio; de ir contra as normas da A.P.A.(American Psychological Association) bem como do facto da amostra não ser representativa da população e dos resultados obtidos não terem nada a ver com as hipóteses a priori. A monografia está de facto uma merda...

mas foi sem querer...



No meu bairro o comércio tradicional transpira criatividade.
A lavandaria cá do sítio chama-se... lavex.
Mas enfim há pior. Há praí algures um restaurante chamado 'o pardieiro'...e um outro que é o 'Quebra-Bilhas'.
Depois admiram-se que a malta deixe as gabardines na limpeza a seco da 5 à Sec e jante na Pans&Company do Colombo...
Quando era pequena só queria três coisas: um mano, um cão e uma casa com piscina.

Vinte e tal anos depois continuo filha única, com um gato de 9 kgs e num 4º andar SEM ELEVADOR!

E ainda dizem que 'quem não chora não mama'. Francamente, pá.
Nem sempre o povo é sábio. Nem sempre.
Os seres humanos andam insuportáveis.
Porquê é que a carris não deixa o 114 trabalhar ao fim-de-semana? Como é que esperam que eu vá para o ginásio nesses dias?? Hein?

- Paaai, emprestas-me o carro amanhã?
- er...Não.
-Mas pai..
- NÃO!

fogo...

Só assim de repente...

Estava aqui a pensar com os meus botões. Haverá coisa mais ridícula do que ir para cyber cafés falar num chat?

PARA QUÊ?!!!!... Já lá estão tantos com quem conversar!


Diário de Notícias de 31 de Janeiro. A secção Artes fala do cinema português. E passo a citar alguns excertos do artigo em causa:

Filmes portugueses com salas vazias por maria joão caetano

«Em 2004 apenas 193 197 espectadores foram ao cinema ver alguma das 15 longas-metragens portuguesas estreadas, segundo os dados do Instituto do Cinema Audiovisual e Multimedia (ICAM). Um número irrisório quando comparado com os resultados de bilheteira dos filmes estrangeiros Shrek 2, o mais visto em Portugal no ano passado, teve 651 326 espectadores.

A conclusão é simples os portugueses não vêem o seu próprio cinema. Ao contrário do que acontece em França (onde o cinema nacional representa 34,8 por cento do mercado) ou em Espanha (15,8 por cento), aqui o cinema nacional representa só 0,9 por cento do mercado, o valor mais baixo de toda a União Europeia (dados de 2003, segundo o Observatório Europeu do Audiovisual)

Agora permitam-me pôr a colherada: Porque será que isto acontece?
Continuemos...

«Paulo Trancoso fala de imediato da "omnipresença do cinema americano, que, ao longo dos anos, não deixou que o cinema português fosse visto". "Formou-se um gosto", cada vez mais distante da oferta de cinema nacional. A "americanização" do gosto é também apontada pelo realizador João Mário Grilo "O grande problema é não haver comerciantes à altura da divulgação, excepto a Atalanta", diz. Considerando que "este mercado podia perfeitamente produzir muito mais riqueza do que produz", o presidente da Associação Portuguesa de Realizadores (APR) defende que "devia ter sido criado um cinema comercial em Portugal há 30 anos". "A razão por que não existe", argumenta Grilo, é porque "é preciso trabalhar para tornar um produto comercialmente atractivo". Um filme como o seu Longe da Vista, tal como Verdes Anos de Paulo Rocha, "tem tudo para ser um grande sucesso, basta saber comercializá-lo". Com uma argumentação totalmente distinta, também o realizador António-Pedro Vasconcelos considera necessário haver um cinema mainstream em Portugal

Hum...mesmo não querendo ser uma radical impermeável aos argumentos de quem está no meio...ainda assim, não estou convencida. Adiante...

«O presidente da Associação de Realizadores de Cinema e Audiovisuais (ARCA) é muito mais radical a apontar os motivos deste falhanço "Tal deve-se exclusivamente à má qualidade dos filmes", diz. "O público não se engana. Só que, depois ter ido ver filmes portugueses e ter ficado tantas vezes escaldado, agora já não quer ir"

Ora até que enfim que alguém toca no busílis. As pessoas não vão por um motivo essencial: porque estão TRAUMATIZADAS com o cinema português!!!!
Ou já se esqueceram de um certo filme que andou aí que era tão à frente, tão à frente que se pagava para ver uma hora de escuridão??
Não quer dizer que não haja bons filmes em português, porque há. Simplesmente as pessoas estão fartas de brincar às probabilidades quando chega à sua vez nas bilheteiras.
Caramba, o cinema tá caro. Agora censurem-nos por não querermos arriscar. Vá..censurem!
Mostrem ao público que ele está enganado em preferir outro tipo de cinema. Eu sou a favor de promover o que é nacional, não me interpretem mal; mas que não censuro... lá isso não.
Quanto é que tá agora? 5 euros??

1/30/05

Estava a ler na Visão desta semana um artigo chamado a Ciência da felicidade.
Parece que...

" Os cientistas estão fascinados com a cascata de efeitos positivos que se regista sempre que se é generoso".

Numa semana em que relembramos os 60 anos do terror do Holocausto e em que se torna incontornável relembrar as atrocidades cometidas durante a Segunda Grande Guerra -até porque passe o tempo que passar não podemos nunca cair no erro de esquecer- sabe muito bem ler uma notícia deste teor: 1º porque é positiva; 2º porque vem dar sustentação científica a um princípio que é aceite por todos os mortais.
Pode ser que por passar a ser científico ocorram mudanças. E não estou a ser condescendente nem sarcástica.Palavra. Tenho esperança mesmo...só isso.

Da temática dos sapatos ou a problemática do pé-descalço. A pertinência da massificação da alcatifa nos anos 80.

(texto incialmente 'postado' no meu outro bloguito http://allinthemoods.blogspot.com)

Não gosto de saltos. Cada vez gosto menos. Gostos dos sapatos baixinhos.
Quer dizer, vendo bem, na impossibilidade de ser diferente, eu não gosto mesmo é de sapatos. São uma prisão, porra!Desgraçados dos pés, carregam connosco todo o dia...ali apertados uns contra os outros. Já imaginaram? (" epá ó mindinho, já ias à tesoura ó meu animal, estás há duas horas a arranhar-me as costas"). Imaginem as proporções que isto toma na população portuguesa. Terrível!
No final, depois da tortura de um sapato apertado vinte-e-quatro-horas, chegamos a casa e quando o pobre pé se vê folgado dizemos-lhe assim...Tsss Tssss...calçar as pantufas!!!Não há direito xiça...Qual vida de cão, diga-se antes vida de pé. Esse sim é o verdadeiro desgraçado, digno da piedade humana.
Digam-me lá...alguém faz massagens ao pé? Não. Alguém o mergulha em sais de banho ou lhe faz uma exfoliação de vez em quando?...NÃO! ...só os senhorzinhos metrosexuais...e eu,... que sou gaja logo não conto para a média porque afinal, isso são "paneleirices" típicas de fêmea.Caramba, deêm mimos aos vossos pés. Deixem-nos respirar. Construam com eles uma relação de confiança que vá para além do' oi tudo bem' entre as sandálias de um verão para o outro. Façam yôga, por Deus. Agora até está na moda. Deixem o pé dar-vos o que de melhor ele tem para oferecer: a estabilidade.
Desculpem lá trazer este tema para aqui mas a realidade é que não há coisa mais sensível que o meu pézinho.E eles gostam mesmo é de andar descalços. Têm vontade própria.
E eu...eu gosto de sentir que pertenço, que sou no mundo...pé descalço (que para mal dos meus pecados sou mesmo)
No meu mundo, no meu quarto as únicas pantufas que palmilham o chão são as patinhas do meu gato...tão fofinho!...



BOLAS SIMBA, voltaste a c##*** no chão!!!!...



(estupor do gato!)



- Ó MÃAAAAAAAAAE .......................as pantufas??

O sexo e a TV

Vão perdoar a brejeirice (e, sim eu sei que as meninas não dizem estas coisas) mas qualquer dia o sexo já não dá tusa!
Será possível que não haja nenhum filme, série, novela ou programa de outro formato (à excepção dos malucos do Riso...que aliás é excepção a tudo) em que não haja 1 cena cliché de sexo ou campanha publicitária que não bata nesse assunto? Será que ainda não se percebeu que há um princípio básico que regulamenta as questões do prazer?- Que é num certo grau de insatisfação que se organiza o desejo e a criatividade.
Qualquer dia só falta dar cabo dos ídolos de infância e, ao Sábado de manhã, em vez de coisas queridinhas tipo... My little pony passarem o Pepe Le Pew a dar uma a sério com a pobre da gata. Será que ainda não se percebeu que é aquela perseguição ridiculamente deliciosa e infrutífera que deixa a sensação "iiiii...epá, ainda não foi desta!". Mas a expectativa ficou lá! Um gajo identifica-se com aquilo e guarda a esperança que um dia, aquela doninha, consiga facturar. Quanto a nós mulheres...identificar-mo-nos com a gata já é mais complicado. Mas estou-me a afastar do key issue.
Será que ainda não se atingiu que um filme que rase a sexualidade sensualmente, através de um olhar que filma o que está para além do corpo é bem mais excitante do que aquelas pinocadas dejá-vú?
Pelo andar da carruagem não tarda o dia em que já estamos tão indiferentes à exposição da intimidade que ver uma cena de sexo ou o Bud Spencer a dar cabo de um gajo à chapada é a mesmíssima coisa.
Não sou contra a exposição da sexualidade na televisão. Aliás, algumas das cenas mais bonitas do cinema são, quanto a mim, sensuais e mesmo sexuais, porque captam dimensões do ser humano que não se podem exprimir pelo verbal. Contudo, quando se torna uma exigência que a receita de um filme seja misturar um vilão, um herói bonito, uma menina boa, uma cena de porrada e uma cena de sexo, então, perde-se a beleza e, nesse caso, seria preferível ficarmos com a tal insatisfação, fantasia; porque não revela nada da essência do ser humano ou da complexidade do encontro sexual. (falei bem agora...pô)
A questão aqui é: está tudo à mostra, está tudo exposto e de uma forma tão imediata. E agora falando muito a sério, que implicações é que isto terá no desejo?..na capacidade humana de desejar...o quer que seja, quer se trate de sexo ou de outra coisa qualquer. É importante pensar nisto, porque se formos a pensar bem...influencia tudo, não é?

A sexualidade bem "abordada" (quanto a mim) pela lente:
Julia & Julia; Meet Joe Black;Infiel;Nove semanas e meia;Atracção fatal;Ligações perigosas;Instinto fatal;Pretty Woman;Out of Africa;Quanto mais quente melhor;Os amigos de Alex;Filhos de um Deus Menor

Texto também antigo mas pertinente, porque afinal de contas este TAMBÉM ainda dá na tv. Hum, detecto aqui um padrão! (Este título ficou longo!)

As Novelas da vida fictícea:

É por estas e por outras que os brasileiros continuam a marcar pontos.
No outro dia vi um episódio de uma novela portuguesa- Morangos com açúcar. Ora isto começa mal logo aqui. Morangos com açúcar???????? O que é que isto tem a ver com a novela? A última coisa que aqueles adolescentes excitados se vão lembrar de comer é morangos! E porque é que insistem em pôr actores de vinte e tal anos a fazerem de putos de 18? Não é credível, minha gente. Onde é que na minha escola havia rapazes com os bíceps do Pipo? Qual quê! o que abundava era os magros com acne como o Rafa, aquele que tem a mania de usar uma fita no cabelo. Por falar nisso, alguém pode dizer a esse rapaz que aquilo não lhe fica bem?!
De facto outro aspecto onde ainda temos de comer muita papa é na criação dos diálogos. Fechando os olhos, há momentos em que poderia jurar que ouço a Rosa Lobato Faria na Vila Faia: somos monótonos, repetitivos e os nossos diálogos são pouco ou nada inteligentes.
Outra coisa: a novela brasileira sabe gerar vilões- essenciais para o envolvimento na trama -e sabe criá-los tão bem que os actores chegam a ser odiados de morte e enxovalhados na rua. Isto é que é provocar sensação! Francamente, no Morangos com Açúcar o objectivo do vilão é chegar à Direcção do Colégio da Barra- uma escola de elite de meninos betos sempre penteados. UUUUUUUUUUUUáaaaaaaaaaaa...á...á...á.!! Hoje um Colégio, amanhã... O MUNDO!!! Com franqueza, já estou como o Gabriel Alves: "O que é que é isso, ó meu?". XIÇA, é que até os nossos vilões tem mentalidade "de gente pobre"!! Cadê o vilão maníaco que quer lixar toda a gente e que vende a mãe em promoção?
Epá, e outra cena que eu nunca percebi: as heroínas brasileiras são sempre fantásticas...e porque é que as nossas são sempre cegas, pobres como à merda ou gémeas separadas à nascença? Pior ainda, porque é que todas elas tem de ser interpretadas pela Sofia Alves? Será que nunca ninguém lhe disse que ela tem tanto jeito para aquilo como a Rosa Lobato Faria para letrista? Será que não há nenhuma loja de lavores a precisar de uma loura para enfeitar o balcão?
Mais, porque é que a Rita Salema faz sempre papel da amiga muito caturreira e confidente que resolve os problemas a toda a gente? A pessoa que falar com os outros dois, aproveite e faça um desviozinho para dizer a esta que ela é uma chata e que ninguém... absolutamente ninguém (nem o padre da paróquia) é tão bonzinho assim.
Meus amigos, façamos antes pastéis de nata. Nisso sim, somos bons!

Um reflexão antiga mas ainda pertinente. Digo eu...

Por favor, não privatizem a carris!
Pensamentos de quem anda a pé.

Se fosse possível um Big Brother Transportes, a Carris saía logo na primeira semana. Seria de certeza o concorrente mais calão, sempre disposto a fazer greve e refilando, sempre que possível, do orçamento disponível. Claro que se fosse ele o Grande Irmão o jogo seria muuuito mais justo!!! Sempre a queixar-se da pu**** de vida que tem, o dito concorrente seria aquele que irrita todos os outros por se encostar sempre que pode. Lema: Cumprir horários? Claro!... quando for para render o turno a outro...na passadeira.
Nas apresentações habituais este diria que escolheu a Carris porque os carrinhos de choque já não lhe davam pica e, além disso, é muito mais divertido entalar velhotas na porta de trás do autocarro do que andar às voltas numa pista da feira popular a ouvir o Toy.
Nos momentos já tradicionais de intimidade, o concorrente Carrisiano seria aquele que na hora da verdade, debaixo do edredon, não trabalha...porque o sindicato não recomenda! Vai então para a sala discutir com outro representante, com quem possui uma amizade intermodal, os porquês do seu não-desempenho. Segue-se então uma conversa enfadonha em que este, munido de um discurso tipo cassete, justifica porque é que a sua crença no mundo não-cubano anda por baixo.
No fundo...no fundo, esta comparação serve para expressar o meu ódio pro-fun-do pelos senhorzinhos que conduzem os autocarros onde eu ando todo o santo dia.
Portanto vai aqui o meu pedido: por favor não se lembrem nunca de privatizar a Carris. E as mensagens xenófobas nos assentos? E a temperatura ~~quentinha~~? E o eau sauvage em dia de verão? E os vidros embaciados nos invernos chuvosos que nos fazem perder a paragem ?
Será que os portugueses estão mesmo dispostos a abdicar de tudo isto e fazer o nosso concorrente abandonar a casa? Estará o português disposto a substituir isto por um sistema de transporte que, à semelhança da Vimeca e outras, tem ar condicionado em todas as carreiras e cumpre os seus horários, porque tem os tomates apertados pela outra empresa que assegura o serviço se ela não o fizer?(acho que existe uma outra, né? fogo. grande falha aqui.)
Há alturas em que a concorrência promove a qualidade dos serviços.
Se seria mais caro? Muito provavelmente. Mas é uma questão de prioridades: eu preferia gastar mais no passe mas ter um serviço de qualidade do que gastar o que alguns desgraçados tem de gastar ao final em parquímetros...Enfim, é uma reflexão. Perdoem se não for muito justa ou acertada, mas é a possível de uma pobre desgraçada-que-anda-a-pé-que-até-se-lixa!!!

Em busca da morena perdida-crónica de uma viagem inóspita

Aos 16 dias de Novembro de 2002 (Reparem quão antigos são estes textos) iniciei uma incursão reflexiva no mundo dos cabelos alheios (prova comprovada de que penso...e já há algum tempinho).
Peço ao caríssimo leitor que não encare esta problemática como uma mera questão de amoníaco. De facto, a mulher portuguesa está cada vez mais loura. Como será isto possível tendo em conta que esta característica fenotípica (Sim..porque eu tive Biologia he he) só existe geneticamente na população minhota, ainda com legado nórdico?
Ó mulher de cabelo escuro, pele queimada pelo sol e buço farfalhudo, Cadê tu?
Numa época corrompida pelo descolorante, que atinge até- valha-nos Deus (Cruzes, canhoto!)- o sexo masculino, onde reside a individualidade capilar? Não meu caro leitor, já nem na púbis! Pois, até nesse local recôndito e além-fronteiras a tintura chega por meios perversos.
E porque motivo se considera que o louro tem o monopólio da sensualidade? É frequente ouvir "epá, uma lourinha..." e os olhos do outro gajo acenderem logo; como se a lourice fosse garante de qualidade! E por vezes, uma pessoa vai a ver e chega à conclusão que há cogumelos bem mais interessantes. E porra!... para todos os efeitos estamos a falar de um fungo.
Por acaso é legítimo comparar a beleza tipo Barbie com aquela que é característica da mulher italiana, brasileira, mesmo portuguesa?
Eu sei que a culpa disto é dos filmes americanos. Marylin Monroe e miudinhas assim...
Eu cá sei do que gosto... e prefiro um homem moreno!







Está inaugurado mais um Blog da má língua....(parta-se uma garrafa de champanhe à laia de baptismo de navio). Conto com boas viagens por aqui!!
Façam deste um vosso espaço.

Joana